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Cláudia Rocha Carvalho


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1116551452721977
Telefone: 34092797
E-mail: crochac@icb.ufmg.br
Sala: N3/140

Regeneração versus cicatrização: o que faz a diferença?

Feridas de pele em mamíferos adultos, geralmente, são fechadas por um processo que termina com a formação de cicatriz, onde ocorre a substituição do tecido original por matriz extracelular. Por outro lado, em embriões de mamíferos e em mamíferos adultos com alterações no sistema imune é frequente o reparo de feridas com regeneração do tecido original, ou seja, sem cicatrização. Vários fatores podem determinar a ocorrência de cicatrização versus regeneração. A ausência ou diminuição de infiltrado inflamatório no local ferido tem sido correlacionada com maior ocorrência de regeneração, em vez de cicatrização. Já demonstramos que a injeção parenteral de uma proteína (ovalbumina) em um animal imunologicamente tolerante à mesma inibe processos inflamatórios (por exemplo, granuloma e peritonite), mesmo que estes não tenham relação específica com a proteína tolerada. Mostramos que estes efeitos (que chamamos de "efeitos indiretos" da injeção de antígenos tolerados) também inibem o infiltrado inflamatório após ferida de pele e, consequentemente, alteram o processo de fechamento de feridas, diminuindo a área de cicatriz. Nossa trabalho visa entender como alterações na atividade imunológica pela injeção de um antígeno tolerado inibem a inflamação com consequente alteração do processo de reparo tecidual.

Em síntese partimos das seguintes premissas:

- A tolerância imunológica é um fenômeno ativo.
- A tentativa de imunização com uma proteína tolerada tem repercussões sistêmicas e pode inibir a inflamação.
- A atividade imunológica repercute em atividades inflamatórias.
- A inflamação modifica o processo de regeneração.
- A atividade imunológica pode influenciar a regeneração de tecidos.

Arquivos e documentos

Descrição
Arquivo
Granuloma pulmonar após injeção endovenosa de ovos de Shistosoma mansoni concomitante com injeção intraperitoneal de ovalbumina não tolerantes ou tolerantes a ovalbumina


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